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Síria: ONU evoca crimes contra a humanidade

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Síria: ONU evoca crimes contra a humanidade

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A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos acusou o regime sírio de lançar um “ataque indiscriminado” contra a população civil. Navi Pillay disse que existem indícios indiscutíveis de que as forças de Damasco cometeram crimes contra a humanidade desde o início da repressão contra a contestação, em Março do ano passado.

Na Assembleia Geral da ONU, Pillay declarou estar “particularmente preocupada com o massacre em curso em Homs. Desde 3 de Fevereiro, na escalada do assalto à cidade, o governo usou tanques, morteiros, ‘rockets’ e artilharia contra Homs”.

No plano diplomático, a comunidade internacional mostra-se profundamente dividida a respeito da proposta da Liga Árabe para o envio de uma força de manutenção de paz conjunta com a ONU.

A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse que os Estados Unidos “vão intensificar a pressão diplomática, fortalecer sanções e [trabalhar para] unir a comunidade internacional na condenação das ações do regime de Bashar al-Assad”.

Ignorando todos os apelos para o fim da repressão que, segundo a ONU, já fez mais de seis mil mortos, o regime de Damasco voltou a bombardear esta segunda-feira a cidade rebelde de Homs.