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O telemóvel como consultório médico

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O telemóvel como consultório médico

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Hoje em dia, existem várias aplicações para smartphones ou tablets que ajudam a controlar o estado de saúde. Uma delas, por exemplo, possibilita a medição do ritmo cardíaco. O utilizador tem de estar, simplesmente, parado durante alguns segundos, em frente à câmara.

No final do ano passado saiu uma outra aplicação, desenvolvida na Suíça, que permite registar eventuais problemas de pele em fotografias e enviá-las a um dermatologista.

Estas inovações são desenhadas por um gabinete especializado na teleconsulta. Sediados em Berna, cerca de 80 médicos fazem quase 400 mil consultas à distância por ano.

O responsável comercial deste gabinete diz que “a forma como os pacientes recorrem aos cuidados de saúde está a alterar-se, há toda uma geração já habituada aos equipamentos móveis. Há cada vez mais interesse no lado prático de uma teleconsulta, sem ter de haver uma deslocação física.”

Em 60 por cento dos casos, o paciente pode tomar as medidas necessárias sem a presença do médico.
A tendência aponta para um desenvolvimento exponencial deste conceito, até pela disseminação dos smartphones. Os diabéticos, por exemplo, dispõem de uma aplicação para medir os níveis de glicemia.

No entanto, é preciso ter bem presente que uma aplicação digital, por mais útil que seja, nunca substituirá uma ida ao médico.