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DSK livre mas ainda sob suspeita

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DSK livre mas ainda sob suspeita

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O ex-diretor do FMI foi libertado ao final da tarde, depois de ter passado 24 horas em prisão preventiva na esquadra de polícia de Lille.

As autoridades não retiveram qualquer acusação contra Dominique Strauss-Kahn (DSK) embora não descartem a possibilidade de que possa voltar a ser convocado, como suspeito ou testemunha.

DSK tinha sido interrogado na sequência de uma investigação a uma rede de prostituição num dos hotéis de luxo da cidade do norte de França.

O juiz de instrução decidira ontem prolongar a prisão preventiva, apesar das declarações dos advogados de defesa de que Strauss-Kahn estaria inocente das acusações de cumplicidade em proxenetismo e em desvio de fundos.

Em causa estava a presença do político socialista em festas privadas no hotel Carlton de Lille e nos Estados Unidos, entre 2010 e 2011, organizadas por uma rede de prostituição.

O advogado de DSK tinha ontem rejeitado as acusações, afirmando que o seu cliente desconhecia a existência de uma rede de prostituição, desafiando, “quem quer que seja a distinguir uma mulher nua de uma prostituta nua”.