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Hungria considera "injusta" suspensão de fundos de coesão da UE


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Hungria considera "injusta" suspensão de fundos de coesão da UE

“Infundada e injusta” foi como o Governo da Hungria clasificou a decisão da Comissão Europeia de suspender, a partir de 2013, cerca de 500 milhões de euros em fundos de coesão. Um valor que representa quase 30% do orçamento do país e que será cortado se o executivo conservador de Viktor Orban não cumprir o limite de 3% para o défice. Uma regra que tem sido violada pela Hungria desde que se juntou à União Europeia, em 2004, fez notar Bruxelas.

“A decisão de hoje deve ser considerada como um incentivo para corrigir um desvio e não como um castigo. É uma medida justa e proporcional num quadro de prevenção”, disse Olli Rehn, comissário para os Assuntos Económicos e Monetários.

Rehn confirmou ter recebido cartas de Budapeste sobre as medidas de austeridade decididas esta semana, mas considerou-as insuficientes.

Este é mais uma acha para a fogueira na tensa relação entre Bruxelas e a Hungria, devido às reservas da União Europeia sobre o carácter democrático da nova lei constitucional do país.

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