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DSK livre mas ainda sob suspeita

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DSK livre mas ainda sob suspeita

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O ex-diretor do FMI foi libertado, depois de ter passado dois dias em prisão preventiva na esquadra de polícia de Lille.

Mas a 15 de Março, em Nova York, vai decorrer a primeira audiência civel do escândalo com uma empregada de hotel.

Em Lille, as autoridades não retiveram qualquer acusação que deverá, no entanto, ser convocado a tribunal no próximo dia 28 de março para prestar novos esclarecimentos sobre uma rede de prostituição.

Para a advogada de DSK, “ele pôde enfim, como desejava desde há vários meses, responder à totalidade das questões que lhe queriam colocar e responder de forma completa e com uma grande tranquilidade. As coisas correram muito bem”.

Era acusado de cumplicidade em proxenetismo e em desvio de fundos pelas suas alegadas ligações a uma rede de prostituição organizada num hotel de Lille e que envolvia vários empresários e figuras públicas do norte de França.

Em causa estava a presença do político socialista em festas privadas no hotel de Lille e nos Estados Unidos, entre 2010 e 2011, organizadas por uma rede de prostituição.

O escândalo é o terceiro a atingir o ex-aspirante socialista às presidenciais francesas, depois de ter sido inocentado de violação de uma empregada de hotel nos Estados Unidos, assim como de abuso sexual de uma jornalista francesa.

O advogado de Strauss-Khan tinha ontem rejeitado as acusações, afirmando que o seu cliente desconhecia a existência de uma rede de prostituição, desafiando, “quem quer que seja a distinguir uma mundana nua de uma prostituta nua”.