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Os rebeldes sírios estarão a adquirir armas no estrangeiro para combater os ataques do exército em Homs e em várias cidades.

A informação é avançada pela agência reuters que cita uma fonte da oposição, segundo a qual, as potências estrangeiras estarão a fechar os olhos ao contrabando de armamento anti-míssil e anti-tanque, organizado por cidadãos sírios no exílio.

Na cidade de Rastan, um rebelde afirma que os combatentes conseguiram destruir um veículo blindado. “É uma mensagem para o primeiro-ministro russo Putin, este é o destino reservado a todo o armamento russo enviado para defender Bashar Al Assad – todas os outros tanques serão destruídos com a graça de Deus”.

Entretanto a diplomacia francesa ultima os esforços para repatriar os jornalistas mortos e feridos em Homs, durante os ataques de quarta-feira.

O embaixador francês que tinha sido retirado do país regressou nas últimas horas a Damasco para coordenar a operação, em colaboração com a Cruz Vermelha, aparentemente com a autorização do exército sírio.

Num vídeo publicado na Internet, um dos jornalistas feridos, Paul Conroy, do Sunday Times desmente que o ataque tenha sido dirigido apenas contra os jornalistas, “Há cerca de vinte dias que estão a visar zonas civis, nós somos vítimas desses ataques”, afirma.

Ontem a jornalista francesa do jornal Le Figaro, ferida numa perna, tinha gravado um vídeo similar para pedir um cessar-fogo imediato para ser transferida para um hospital no Líbano.

A oposição convocou para esta sexta-feira uma nova jornada de manifestações em várias cidades do país para pedir o fim imediato dos bombardeamentos em Homs.

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