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Um panda, um camaleão e dois gatos nos Óscares


Cultura

Um panda, um camaleão e dois gatos nos Óscares

Cada vez mais procurados por todas as faixas etárias, os filmes de animação que concorrem aos Óscares deste ano são uma amostra elucidativa da diversidade possível nesta categoria.

“Chico e Rita”: ele, um pianista; ela uma cantora. Uma estória de amor, vinda de Espanha, já amplamente distinguida nos Goya e nos Prémios do Cinema Europeus. Fernando Trueba realizou o filme, juntamente com Javier Mariscal, e salientou que, desde o início, fez questão que as personagens dialogassem com realismo, como num filme não animado.

O “Panda do Kung-Fu”, segundo capítulo, dispensa grandes apresentações. É um sucesso de bilheteira em todo o mundo, tal como o antecessor. Na versão original, Jack Black é a voz do protagonista. Pormenor inédito em animações de grandes estúdios: foi uma mulher que realizou, Jennifer Yuh Nelson.

Johnny Deep é o grande chamariz de “Rango”, na qualidade de um camaleão algo baralhado. Segundo Gore Verbinski, trata-se de um “camaleão com uma crise de identidade, ou seja, representa mais o Johnny Deep do que qualquer outro filme”.

Outro animal com o papel principal. “O Gato das Botas” começou a dar que falar no “Shreck”, até que Antonio Banderas foi convidado a dar voz ao aventureiro felino num filme à parte. A realização coube a Chris Miller.

Outro gato, mas este fala francês e vive em Paris. E centra as atenções num filme chamado, justamente, “Vida de Gato”. O cineasta Jean-Loup Felicioli garante que a nomeação para os Óscares não alterou “rigorosamente nada” na sua vida.

Fazendo uma retrospetiva da lista, salienta-se um facto: quatro dos cinco filmes têm animais como protagonistas.

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