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Jornalistas feridos na Síria ainda esperam para sair

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Jornalistas feridos na Síria ainda esperam para sair

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Começou em Homs a recolha de feridos depois três semanas de bombardeamentos e combates entre as forças rebeldes e os militares sírios.

As primeiras pessoas a serem transportadas foram sete mulheres e crianças.

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho entraram ontem à noite em Baba Amr, bairro rebelde de Homs, mas os dois jornalistas ocidentais feridos, assim como os corpos dos outros dois repórteres mortos ainda estão na cidade.

As negociações sobre a evacuação das vítimas continuam este sábado.

A jornalista francesa Edith Bouvier e o fotógrafo independente britânico Paul Conroy ficaram feridos na quarta-feira num ataque aéreo contra a casa onde se reunia a imprensa estrangeira.

A França e a Grã-Bretanha exigiram a transferência imediata para o Líbano de todos os jornalistas ocidentais feridos para que recebam assistência médica imediata.

A Casa Branca, que até agora se opõe a uma intervenção militar na Síria, já sugeriu que, caso uma solução política se mostre impossível, poderia considerar outras opções.