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Síria organiza referendo no meio de uma guerra civil


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Síria organiza referendo no meio de uma guerra civil

A Síria referenda, hoje, a nova Constituição no meio de uma guerra civil.

Cerca de 14 milhões de eleitores são chamados às urnas para se pronunciarem sobre um texto que promete prolongar Bashar al-Assad no poder.

A oposição fala de uma farsa e apela ao boicote.
Em Damasco, cidade controlada pelo regime, a votação decorre com, aparente, normalidade.

“Há muita gente a votar desde o início da manhã, muitas mais do que aquelas que esperávamos, podemos dizer que o dobro” afirma Bassam Haddad.

O projeto de Constituição abre caminho ao pluralismo político.

Mas o chefe de Estado continua a pode escolher o primeiro-ministro e o governo, independentemente, da maioria parlamentar.

Um residente de Damasco diz que “nada é perfeito, mas é a primeira vez que somos chamados a pronunciar-nos. 90 por cento do texto vai ao encontro das expectativas da população.”

A oposição síria tem outra opinião. Considera que o novo projeto não dá resposta às exigências do povo e pede a demissão do presidente.

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