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Síria: novas sanções da UE contra banco central e sete ministros

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Síria: novas sanções da UE contra banco central e sete ministros

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Um referendo sob bombas na Síria, onde o exército prossegue a ofensiva sobre a cidade rebelde de Homs pelo vigésimo quarto dia consecutivo.

A artilharia visou esta manhã diversos bairros da cidade depois dos ataques do fim-de-semana terem provocado mais de 60 mortos.

As negociações com a Cruz Vermelha para retirar os jornalistas e centenas de civis feridos do bairro de Baba Amro continuam em ponto morto, depois de apenas sete pessoas terem sido transferidas pelo crescente vermelho sírio para um hospital na cidade.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, afirmou esta manhã que um primeiro passo para um acordo de “cessar-fogo” poderá ter sido alcançado esta manhã, sem avançar mais detalhes.

O impasse ocorre num momento em que o regime deverá divulgar hoje os resultados do referendo à revisão constitucional organizado ontem e parodiado num vídeo pelos rebeldes sírios.

O voto constitui o último esforço aparente do presidente Bashar Al Assad para responder à pressão internacional para que abandone o poder, mesmo que a nova constituição preveja a sua manutenção no cargo até 2028.

A comunidade internacional discute agora a possibilidade de armar os rebeldes, defendida por alguns países árabes, no dia em que a União Europeia aprovou novas sanções contra o regime sírio. Reunidos em Bruxelas, os ministros dos negócios estrangeiros dos 27 anunciaram o congelamento dos bens do banco central sírio, assim como medidas contra sete ministros do governo.