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A ameaça chechena está de regresso a uma campanha eleitoral de Vladimir Putin.

Segundo a televisão pública russa, os serviços secretos teriam neutralizado uma conspiração para assassinar o ex-presidente e atual primeiro-ministro após as eleições de domingo.

Os dois suspeitos foram detidos em Janeiro na Ucrânia, depois de terem sobrevivido à explosão de um apartamento em Odessa, provocado por um erro de manipulação de explosivos.

A televisão russa avança que os dois bombistas teriam sido contratados pelo líder da rebelião chechena para lançar um ataque suicida contra Putin numa das principais avenidas de Moscovo.

A confissão de um dos alegados terroristas, Adam Osmayev, foi difundida esta segunda-feira na televisão russa.

O canal mostrou ainda vários mapas, fotografias e vídeos de Putin apreendidos pela polícia ucraniana que teriam sido utilizados para planear o ataque.

Contatado pela euronews, Alexey Filatov, um antigo responsável da unidade anti-terrorista afirma que, “a equipa de campanha de Putin recebeu a informação na semana passada e pensou que seria oportuno utilizá-la antes das eleições”.

Desde a sua primeira eleição como primeiro-ministro em 1999 que Vladimir Putin fez do combate à rebelião chechena o seu principal cavalo de batalha e um argumento eleitoral de peso a cada reeleição.

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