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Cimeira da UE: Depois do pacto orçamental, fica a promessa do crescimento

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Cimeira da UE: Depois do pacto orçamental, fica a promessa do crescimento

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Relançar o crescimento económico, com a especial preocupação de criar emprego, foi a profissão de fé de muitos dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia reunidos na cimeira da primavera.

Mas a austeridade continua a ser necessária face ao desiquilíbrio orçamental de vários países, com a chanceler alemã a realçar a importância do novo pacto orçamental.

“Este é um passo importante. Mostrámos que somos capazes de agir no sentido da unidade e da estabilidade da União Europeia. Estamos num novo nível, que nos oferece a oportunidade de criar mais unidade política”, disse Angela Merkel.

Um tratado que visa a disciplina nas finanças públicas, e que a República Checa e o Reino Unido não vão assinar esta sexta-feira, segundo dia da cimeira.

Mas os outros 25 acreditam que pode travar um futura crise semelhante à actual, que levou ao fecho de muitas empresas e deixou 23 milhões de europeus no desemprego.

Na esfera de representação interna, os líderes europeus reconduziram Herman van Rompoy a mais um mandato de dois anos e meio como presidente do conselho. Rompoy presidirá também às novas cimeiras da zona euro, criadas com o novo tratado.