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Nova batalha sobre a privacidade no Google

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Nova batalha sobre a privacidade no Google

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A norte-americana Google volta a estar na mira das autoridades europeias, desta feita, depois de ter modificado hoje a política de privacidade dos sítios internet da companhia.

A Comissão de proteção de dados francesa exigiu, em nome das suas congéneres europeias, o adiamento da entrada em vigor das novas regras para poder ter mais tempo para examiná-las.

A companhia explica as alterações afirmando que, “quando as pessoas recorrem ao Google estão a utilizar uma variedade de serviços e querem usufruir de uma experiência única. Por isso decidimos agrupar os serviços para fornecer melhores respostas e resultados aos nossos utilizadores”, afirma Peter Barron.

A empresa decidiu criar uma política de privacidade única – submetida à aprovação dos utilizadores -para todos os mais de 60 serviços, cujos dados vão passar a ser centralizados numa única base de dados.

Para um militante pela privacidade na rede, “o principal problema sobre a forma como as companhias respeitam as entidades de regulação, em particular no caso da Google, é que o serviço não é pago. E quando este é gratuito, nós não somos clientes, mas o próprio produto”.

A Google afirma que as modificações vão permitir aumentar a interatividade entre os diversos sítios. As autoridades de proteção de dados falam de violação das regras de privacidade e ameaçam com sanções contra a companhia.