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Síria: Cruz Vermelha impedida de entrar em Homs

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Síria: Cruz Vermelha impedida de entrar em Homs

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O Comité Internacional da Cruz Vermelha diz que foi impedido de aceder ao que restou do bairro de Baba Amr, em Homs, na Síria.

Ontem, as autoridades tinham dado “luz verde” à entrada de comida e medicamentos e à evacuação dos feridos, depois de 26 dias de bombardeamentos.

Os líderes europeus admitiram, entretanto, avançar com novas sanções contra o regime liderado por Bashar al-Assad como forma de pressão.
O chefe de governo britânico, David Cameron, afirma que “a entrada de ajuda humanitária é o mínimo que o regime pode fazer para aliviar o sofrimento dos feridos. Por isso, digo aos chineses e russos para que olhem para o sofrimento do povo sírio e para que pensem duas vezes antes de apoiarem um regime criminoso”.

O chefe de governo russo e candidato a presidente já reagiu. Vladimir Putin rejeita as acusações e explica porquê:

“O nosso objetivo não é apoiar as formações políticas envolvidas no conflito. Não é o de apoiar o governo ou as forças da oposição. O nosso objetivo é a reconciliação.”

Para os opositores ao regime a reconciliação passa pela saída de Bashar al-Assad.

A contestação prossegue, tal como a repressão.
Um morteiro disparado, esta sexta-feira, pelas forças sírias contra manifestantes pacíficos, na província de Homs, provocou pelo menos 10 mortos.