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Abrandamento económico chinês marca abertura da Assembleia Nacional Popular

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Abrandamento económico chinês marca abertura da Assembleia Nacional Popular

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Até o gigante asiático sofre com a crise. Isso mesmo admitiu o primeiro-ministro chinês, na abertura da sessão anual da Assembleia Nacional Popular – que vai decorrer durante 10 dias, no Grande Palácio do Povo, em Pequim.

Ao apresentar o relatório do governo, perante os três mil delegados, de Wen Jiabao admitiu que o crescimento económico não deverá ultrapassar os 7,5% em 2012 – o mais baixo dos últimos sete anos.

Mas, “no conjunto, a situação é favorável ao desenvolvimento pacífico da China”, tranquiliza o primeiro-ministro, que acrescenta: “A transformação e o desenvolvimento industriais, no Leste, têm acelerado e a taxa de urbanização ultrapassou os 50 por cento. Esta é uma mudança histórica na estrutura social chinesa.”

A Assembleia Nacional Popular é o órgão supremo do poder de Estado na China e esta é a sua última sessão antes de o congresso do Partido Comunista Chinês eleger a nova liderança do país, no segundo semestre deste ano.

Tanto o primeiro-ministro, Wen Jiabao, como o presidente, Hu Jintao, deverão abandonar funções em 2013.