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Presidente bielorrusso ataca homossexualidade de chefe da diplomacia alemã

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Presidente bielorrusso ataca homossexualidade de chefe da diplomacia alemã

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Alexander Lukashenko diz que “é melhor ser um ditador que homossexual”.

A polémica declaração do presidente bielorrusso foi feita durante um evento de esqui, numa referência ao ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle, que liderou a recente iniciativa da União Europeia para impor novas sanções a Minsk.

Lukashenko diz que “ele grita acerca da ditadura, mas é melhor ser um ditador do que ser homossexual”.

A resposta de Westerwelle, que não esconde a sua orientação sexual, não se fez esperar. O chefe da diplomacia alemã sublinhou que a afirmação do presidente bielorrusso é uma prova do seu estilo autoritário.

Westerwelle sublinhou que “a declaração fala por ela mesma”. O ministro alemão dos Negócios Estrangeiros acrescentou que continua “empenhado em favor dos Direitos Humanos e civis na Bielorrússia”.

Tal como os Estados Unidos no passado, Westerwelle classificou a 29 de Fevereiro Lukashenko como “o último ditador da Europa”, depois de Minsk ter convocado o enviado permanente para a União Europeia.