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Ativistas ucranianas despem-se em Istambul no dia Internacional da Mulher

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Ativistas ucranianas despem-se em Istambul no dia Internacional da Mulher

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A violência contras as mulheres nos países muçulmanos foi hoje o objeto de contestação das ativistas ucranianas da FEMEN em Istambul.

A manifestação ocorre no dia em que o Parlamento turco vota um pacote legislativo para combater o flagelo da violência doméstica um fenómeno que atinge 39% da mulheres turcas segundo um relatório da ONU.

Oito de março, o mundo assinala o dia internacional da mulher e no Afeganistão, um dos piores países do mundo no que toca ao direitos das mulheres a política atual não promete nada de novo.

Contra as críticas dos ativistas Hamid Karzai tem feitos concessões nesta matéria para tentar seduzir os taliban a sentá-los à mesa das negociações.

“Os clérigos estão a servir-se dos direitos das mulheres contra as mulheres e não apoiam a nossa luta. Eles pensam que as mulheres afegãs estão sozinhas mas eu acredito que temos apoio e que não vamos fazer este caminho sozinhas”.

O dia foi lembrado um pouco por todo o mundo, especialmente nos parlamentos onde os esforços para um representação igualitária tardam em concretizar-se como é o caso em Israel.

Do lado palestiniano, Hanan Ashrawi defende que “o movimento pela igualdade das mulheres tem sido um trabalho muito difícil e tem sido apoiado por homens de espírito aberto que foram capazes de derrubar fronteiras e mudar realidades”.

Milhares de mulheres palestinianas manifestaram hoje na Cisjordânia e Faixa de Gaza, no âmbito das comemorações e apelaram à libertação de uma mulher palestiniana detida em Israel e em greve de fome.