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Síria: a primeira brecha no regime de Al Assad

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Síria: a primeira brecha no regime de Al Assad

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A repressão do exército sírio e as sanções internacionais abrem a primeira brecha no regime de Bashar Al Assad.

Num vídeo publicado na Internet, o vice-ministro do petróleo anunciou a sua demissão para se juntar à oposição,em protesto contra o que considerou ser “um país à beira do abismo”.

Um gesto saudado pela oposição num momento em que aumenta a pressão internacional para uma intervenção humanitária no país.

A enviada da ONU para as questões humanitárias pôde entrar pela primeira vez no bairro de Bab Amro, em Homs, bombardeado há várias semanas e totalmente devastado pelos ataques, segundo a missão da ONU.

Uma constatação que aumenta a pressão sobre os países aliados de Bashar Al Assad.

Um representante da diplomacia chinesa reuniu-se ontem com as autoridades sírias em Damasco para pedir o fim da violência e o acesso imediato das organizações humanitárias às zonas mais afetadas pelos ataques das últimas semanas.

E enquanto os Estados Unidos não confirmam nem desmentem a intenção de impor uma zona de exclusão aérea na Síria, a Rússia mostra-se inflexível no seu apoio a Damasco.

O embaixador russo na ONU acusou ontem a Líbia de estar a treinar e a armar os rebeldes sírios e a contribuir para o que considerou ser “a desestabilização do Médio Oriente”.

No terreno, a oposição prossegue as manifestações em várias cidades contra os ataques do exército. Trinta e nove pessoas terão morrido esta quinta-feira depois dos militares terem bombardeado um grupo de refugiados que tentava escapar pela fronteira libanesa.