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Protestos mundiais contra o nuclear

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Protestos mundiais contra o nuclear

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No dia do primeiro aniversário da catástrofe de Fukushima, milhares de cidadãos em todo o mundo pediram o fim da energia nuclear.

Na Alemanha, três mil pessoas reuniram-se junto da central nuclear de Brokdorf, no norte do país.

“Sou mãe de cinco crianças e preocupo-me com a próximas gerações e sinto-me responsável por responder às perguntas que os meus filhos me fazem”, afirma uma mulher.

A Alemanha encerrou os oito reatores mais antigos na sequência do desastre no Japão e o governo promete encerrar mais nove até 2022.

Também na Bélgica, a rede “Stop Nuclear” reuniu mais de mil pessoas no centro de Bruxelas, para exigir o encerramento das centrais nucleares do país. Os organizadores pedem o fim rápido da utilização deste tipo de energia garantem que os reatores mais antigos de Tihange e Doel podem ser encerrados sem qualquer problema.

Em França a data foi assinalada, mas com um cordão humano de 250 quilómetros que ligou as cidades de Lyon e Avignon e sempre com a mesma mensagem: a necessidade de acabar com a energia nuclear.

Na Austrália, um grupo de ativistas reuniram-se junto da sede de importantes grupos mineiros para protestarem contra a exploração do urânio.