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Stress, álcool e problemas familiares estarão, alegadamente, na origem do ato tresloucado do soldado americano, que massacrou 16 pessoas no Afeganistão.

A identidade do soldado ainda não é conhecida, mas o advogado, John Henry Browne, já apresentou o quadro psicológico que vai ultilizar na defesa. Este advogado de renome nos Estados Unidos apresenta o seu cliente como uma pessoa educada: “Ele nunca disse nada contra os muçulmanos, nunca disse nada contra as pessoas do Médio Oriente. Em geral era bem educado”.

O soldado, de 38 anos, tinha chegado ao Afeganistão no dia 3 de dezembro. Antes, tinha participado em três missões no Iraque e partiu para esta quarta missão contra sua vontade e da família.

“Tinham-lhe dito que não seria chamado para outra missão. A família contava com isso. Tinham-lhe dito a ele e à família que as missões no Médio Oriente tinham acabado. E do dia para a noite tudo mudou e, por isso, penso que será justo dizer que nem ele nem a família ficaram satisfeitos por ter que partir outra vez”, explica o advogado.

O suspeito, sargento de infantaria, era um atirador qualificado. Tinha sofrido dois acidentes no Iraque, um com traumatismo craniano outro com a perda de parte de uma perna e, de acordo com o advogado, sofria de stress pós-traumático.

No dia 11 de março saiu da base de madrugada, dirigiu-se a um aldeia, na região de Kandahar, e matou 16 civis.

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