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Governo ucraniano recusa tratamento no estrangeiro a Timoshenko

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Governo ucraniano recusa tratamento no estrangeiro a Timoshenko

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Dia de portas abertas na prisão de Kachanivska, na Ucrânia para uma visita guiada pelas autoridades ucranianas.

É aqui que se encontra a opositora ucraniana Yulia Timoshenko, e que reclama ser levada para uma clínica de Berlim para ser operada às costas.

“As condições sanitárias não são más mas é melhor não estar aqui”.

Timoshenko, examinada em fevereiro por dois médicos de uma clínica universitária e por dois médicos canadianos insiste em ser tratada” na Alemanha e rejeitou categoricamente o tratamento na prisão.

Timoshenko, de 51 anos, líder do principal partido de oposição e presa desde agosto, foi condenada em outubro a sete anos de detenção por abuso de poder quando era chefe de governo.

A defesa diz que as autoridades ucranianas construíram uma sala de operações à pressa para mostrar que têm condiçôes de recusar a partida da detida. “Vi ontem como os detidos tiveram de limpar as celas, lembra a antiga união soviética”.

A opositora denuncia que é alvo de uma vingança pessoal do presidente Viktor Yanukovich.
Este caso provoca uma crise entre Kiev e a União Europeia, que considera que motivações políticas estão por trás desta prisão.

A correspondente da euronews sublinha que apesar dos jornalistas terem sido autorizados a visitar a prisão não puderam ver a cela de Timosheko, nem a área, nem a janela.