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Uma parte da população tunisina quer a Chária

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Uma parte da população tunisina quer a Chária

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Mais de um ano passado sobre a revolução, os tunisinos reclama a implementação da lei islâmica no país. Em Tunis, milhares de manifestantes saíram à rua para pedir a instauração da Chária no país.

À medida que finda a Primavera Árabe, já é possível vislumbrar o que muitos analistas previam: o fortalecimento da charia, a lei islâmica que pune com rigor as transgressões de preceitos medievais.

Mais de 200 organizações islâmicas assinaram uma petição nesse sentido, é uma lei básica para a nossa vida, explica este porta-voz.

A sharia define não apenas os rituais religiosos, mas os parâmetros de conduta quotidiana dos muçulmanos e ainda questões que vão da justiça penal aos tributos.

Os representantes do governo de transição receberam com cautela esta petição face às necessidades económicas do país que vive em grande parte do turismo.

O sector turístico registou de 1 de Janeiro a 10 de Março corrente, sinais de melhoria com uma subida de 46 porcento do número de turistas.

As agências de turismo nacionais inquietam-se com os cerca de oito mil postos de trabalho que podem ser postos em causa.