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Mario Monti iniciou esta terça-feira negociações com representantes sindicais a fim de introduzir reformas no mercado de trabalho.
 
O objetivo é tornar a economia italiana mais competitiva e flexível. Em causa está a questão da proteção aos trabalhadores, em particular regras que remontam aos anos 70 e tornam difíceis os despedimentos.
 
O desemprego juvenil que ascende a 31% é outra questão sobre a mesa assim como a criação de um subsídio de desemprego universal.
 
“Trata-se de uma oportunidade única para reformar o mercado de trabalho em Itália. Precisamos desta reforma porque o mercado de trabalho é o principal elemento quando falamos da competitividade de um país”, afirma Angelino Alfano do Partido do Povo da Liberdade.
 
Desde a entrada de Monti no governo em novembro passado que a reforma laboral assumiu o lugar de prioridade para o executivo.
 
O principal sindicato italiano, CGIL, tem-se oposto à introdução de reformas, em particular no que toca aos despedimentos.
 
O primeiro-ministro italiano já conseguiu introduzir um pacote de austeridade que ascende a 33 mil milhões de euros. Monti tem até ao fim do mês para alcançar um compromisso com os sindicatos.
 

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