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Companhias aéreas de baixo custo resistem num contexto difícil

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Companhias aéreas de baixo custo resistem num contexto difícil

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No dia de abertura de novas linhas a partir do aeroporto londrino de Southend, a EasyJet anuncia que os prejuízos vão ser menores do que previsto no primeiro semestre. A segunda maior companhia aérea de baixo custo da Europa prevê prejuízos de 110 a 120 milhões de libras. Antes estimava os prejuízos entre 140 e 160 milhões de libras.

Num contexto difícil e de concorrência rude, as companhias aéreas de baixo custo continuam a ganhar terreno e, em 2011, controlavam quase 36% do mercado aéreo da Europa.

Os elevados preços do petróleo e a queda da procura tornou a vida difícil para as companhias. As nacionais, como a Lufthansa, anunciam redução das despesas e o contexto fez desaparecer outras como a Spanair e Malev. Um vazio aproveitado pelas de baixo custo que conseguem conquistar cada vez uma clientela do mundo dos negócios.