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Carolyn McCall: "Ser uma companhia low-cost está no ADN"

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Carolyn McCall: "Ser uma companhia low-cost está no ADN"

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Cada vez mais as companhias aéreas nacionais lançam versões de baixo custo. Um modelo de negócio que continua a crescer, apesar do contexto difícil.

No ano passado, as companhias de baixo custo controlavam quase 36% do mercado europeu e a presidente executiva da EasyJet, Carolyn McCall, garante que as “low-cost” não temem a concorrência. Interrogada pelo nosso correspondente em Londres, Ali Sheikholeslami, sobre a influência que tiveram na forma de viajar, responde: “As companhias de baixo custo mudaram completamente a forma de viajar na Europa. Tornaram as viagens acessíveis, mais razoáveis. Há agora mais pessoas a viajar do que antes. Penso que o que a EasyJet faz realmente muito bem. Tem uma rede incrivelmente forte. Atualmente, 60% dos nossos clientes são europeus. Somos muito fortes a interligar as pessoas na Europa”.

euronews: Na semana passada, a Air France, tal como outras companhias, lançou uma versão de baixo custo. É este o futuro do setor?

Carolyn McCall: Penso que em termos de mudanças estruturais na indústria aeronáutica os vencedores serão as companhias de baixo custo, tal como o estão a demonstrar. Penso que é difícil para as outras companhias lançarem ligações de baixo custo. Penso que se é ou não uma companhia de baixo custo, que está no ADN, é isso o que somos e é nisso que nos focamos e que somos bons. Acredito que teremos mais êxito tendo em conta o nosso posicionamento face a outras companhias de baixo custo. Mas concordo, penso que o valor é o futuro.