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Junta Militar recusa reforma da Constituição

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Junta Militar recusa reforma da Constituição

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Na Birmânia, a junta militar rejeitou qualquer tentativa de reforma da atual Constituição que pretendia reduzir o poder político das Forças Armadas.

É a resposta a um recente pedido público da líder do movimento democrático, Aung San Suu Kyi que, em plena campanha eleitoral para as legislativas parcias, defendeu emendas à Carta Magna.

Atualmente os chefes e oficiais das Forças Armadas têm reservadas 110 cadeiras das 440 que compõem o Parlamento.

A Constituição aprovada por meio de referendo convocado em 2008 pela junta militar de então, estabelece que 56 das 224 cadeiras do Senado sejam ocupadas por membros designados pelo chefe das Forças Armadas.

A dirigente opositora birmanesa tem estado a fazer uma campanha agressiva, apesar de uma saúde frági.

Este domingo, depois de uma cansativa viagem ao extremo sul do país, decidiu cancelar a última etapa da sua digressão política..

A Prémio Nobel da Paz, de 66 anos, trava no próximo domingo uma muita esperada batalha, as eleições legislativas parciais.