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Visita papal leva a uma vaga de repressão em Cuba

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Visita papal leva a uma vaga de repressão em Cuba

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A visita de Bento XVI a Cuba levou a uma vaga de detenções por ordem do regime de Raul Castro.

Mais de setenta ativistas da oposição foram presos para impedir qualquer tentativa de manifestação. Um endurecimento da repressão para mostrar um país apaziguado.

Sobre a intensificação da repressão dos ativistas o porta-voz do Vaticano defende que “existe o direito de manifestar, mas ao mesmo tempo não se deve perturbar as pessoas na sua atividade religiosa.

O Papa foi recebido por responsáveis do Estado, do Partido Comunista e da Igreja Católica, bem como uma multidão de cubanos.

No seu discurso à chegada a Santiago de Cuba, na ponta leste da ilha, por onde começou a visita, o sumo Pontífice referiu-se às dificuldades económicas que o mundo enfrenta.

Este segundo dia de visita é o momento mais
político da sua visita papal a Cuba. O líder da Igreja católica reuniu-se no palácio da revolução com o Presidente Raúl Castro.

Os dois homens discutiram sobre as relações entre Estado e Igreja, esta tem surgido cada vez mais como parceira política privilegiada, 14 anos depois da visita do papa João Paulo II à ilha.