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ONU à espera do "primeiro passo" do regime sírio

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ONU à espera do "primeiro passo" do regime sírio

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O regime sírio aceitou o plano de paz da ONU e da Liga Árabe, no dia em que o presidente Bashar Al Assad, de visita a Homs, prometeu restabelecer a paz e a ordem na cidade face ao que considerou serem “ataques terroristas”.

Uma manobra de propaganda do regime quando a ONU reviu em alta o balanço de vítimas da revolta e da repressão do exército, para mais de 9 mil mortos e 36 mil refugiados.

De visita à China, o enviado da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan declarou que mais do que palavras espera que Damasco implemente imediatamente o plano de paz em seis pontos.

Para o embaixador britânico na ONU, Mark Grant, que preside o Conselho de Segurança: “o primeiro passo da implementação do plano passa pela retirada da artilharia pesada síria das povoações do país, trata-se de um teste importante para ver se o governo sírio vai implementar os seus compromissos”.

A oposição síria declarou apoiar o plano de paz, mas apenas se este implicar a demissão de Bashar Al-Assad.

Reunidos na Turquia, os principais movimentos de oposição conseguiram pôr fim às divisões declarando o apoio ao Conselho Nacional Sírio que deverá participar nas negociações com Damasco – o próximo passo do plano de paz de Annan.