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Ministros das Finanças da UE decidem reforçar os fundos de resgate anticrise

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Ministros das Finanças da UE decidem reforçar os fundos de resgate anticrise

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Em Copenhaga, durante a conferencia de imprensa após o encontro dos ministros das Finanças da União Europeia, Olli Rehn, o comissário europeu dos Assuntos Económicos disse que a decisão de reforçar os fundos de resgate anticrise para um valor total de 800 mil milhões de euros é muito significativa para estancar a crise da dívida.

“Estou em crer que a decisão vai abrir caminho ao aumento de recursos do FMI já nas próximas reuniões de meados de abril”, disse Rehn.

O reforço dos mecanismos de resgate destina-se, sobretudo, a dissuadir especuladores e a proteger, se necessário, a Itália ou a Espanha cujos juros dos títulos da dívida pública no mercado secundário têm estado acima dos valores médios de anos anteriores.

“Os mercados financeiros querem saber se a Europa é capaz de criar estruturas que assegurem o equilíbrio da sua moeda e dos investimentos a longo prazo na zona euro. Estamos a fazer grandes progressos nessa matéria”, sublinhou Wolfgang Schaeuble, o ministro das Finanças alemão.

O valor acordado é composto por 500 mil milhões de euros projetados para o futuro Mecanismo Europeu de Estabilidade, e 300 mil milhões já gastos ou previstos no atual Fundo Europeu de Estabilização Financeira.