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"Amigos da Síria" divididos entre diplomacia e envio de armas a rebeldes

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"Amigos da Síria" divididos entre diplomacia e envio de armas a rebeldes

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O grupo dos “amigos da Síria” aumenta a pressão sobre a ONU para que adote medidas duras contra o regime de Damasco.

Reunidos pela segunda vez numa conferência, em Istambul, os responsáveis de setenta países e da oposição síria mostram-se divididos entre a continuação da pressão diplomática e a possibilidade de armar a oposição.

A secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton ,tinha pedido ontem ao enviado da ONU e da Liga Árabe um calendário preciso para a implementação do plano de paz aceite por Damasco.

Para o primeiro-ministro turco, e ao contrário do previsto, “o plano de paz não deverá permitir que o regime sírio atual se mantenha no poder”. Erdowan afirmou-se pronto a apoiar a “legítima defesa” do povo sírio caso a ONU permaneça sem reação.

A oposição, unida pela primeira vez em torno do Conselho Nacional Sírio, apelou a comunidade internacional a enviar armas aos rebeldes.

O CNS afirmou igualmente que está pronto a pagar os salários do Exército livre sírio, uma força constituída por desertores e que pela primeira vez surge igualmente unida ao órgão político da oposição.