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Presidente húngaro recusa demitir-se por plágio

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Presidente húngaro recusa demitir-se por plágio

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Pelo segundo dia consecutivo, este sábado, os húngaros saíram à rua: exigem a demissão do presidente Pal Schmitt, no epicentro de um escândalo de plágio da tese de doutoramento, defendida em 1992.

Schmitt reiterou este domingo a sua recusa em demitir-se. Agora 69 anos, o atual presidente já na sexta-feira fez saber que considera que não há qualquer relação entre a tese de doutoramento – sobre a história dos Jogos Olímpicos – e a sua função de chefe de Estado.

A oposição exige também a demissão do presidente. Mas se este recusar abandonar o cargo, só poderá ser destituído com um voto no parlamento, por uma maioria de dois terços – de que a oposição não dispõe.