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Birmânia: oposição celebra "nova era" e poder espera "maior integração"

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Birmânia: oposição celebra "nova era" e poder espera "maior integração"

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A oposição na Birmânia celebra o início de uma “nova era”, enquanto o poder visa uma “maior integração internacional”.

A Liga Nacional para a Democracia liderada por Aung San Suu Kyi reclama 43 dos 45 assentos parlamentares disputados nas eleições parciais deste domingo.

A prémio Nobel da Paz, eleita pela primeira vez após décadas de um duro combate pela democracia, disse esperar que “seja o início de uma nova era, com ênfase no papel do povo na política, que permita avançar no caminho da reconciliação nacional”. Aung San Suu Kyi aproveitou a ocasião para “convidar todos os partidos que desejam juntar-se à Liga Nacional para a Democracia no processo de obtenção da paz e prosperidade para o país”.

A Associação das Nações do Sudeste Asiático, que enviou observadores para o escrutínio, classificou as eleições como “livres, justas e transparentes”.

A única reação oficial do poder veio do chefe da diplomacia birmanesa, que admitiu uma “forte participação” no voto e disse esperar que “contribua para uma integração mais eficaz do país na comunidade internacional”. O escrutínio era visto como um teste à sinceridade das reformas iniciadas pelo regime do presidente Thein Sein.