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Greenpeace preocupada com a fuga de gás metano nas águas do Mar do Norte

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Greenpeace preocupada com a fuga de gás metano nas águas do Mar do Norte

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A organização ecologista Greepeace quis ver para crer e foi recolher amostras das águas poluídas pela fuga de gás da plataforma da Total, ao largo da costa escocesa.

O barco, que transportava cerca de 30 ativistas e uma dúzia de jornalistas, foi até ao limite da zona de exclusão de 3,7 quilómetros instaurada ao largo da plataforma, passou algumas horas no local e regressou.

Manfred Stanten, químico ao serviço da Greepeace explica: “a maior parte do que recolhemos é gás metano. O metano é 20 vezes mais perigoso para o clima do que o dióxido de carbono. Esse é o maior problema aqui”.

“Nós estamos tão preocupados quanto eles e estamos a fazer tudo o que podemos para parar a fuga o mais depressa possivel e minimizar o impacto no ambiente, que pensamos que é relativamente reduzido”, responde Andrew Hogg, diretor de comunicação da Total.

A petrolífera comunica de forma a tentar tranquilizar as autoridades e também os investidores, que na semana passada deixaram cair os títulos da companhia.

Hoje a Total anunciou que a catástrofe lhe está a custar mais de um milhão de euros por dia.