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Diplomacia ainda pode acabar com a guerra na Síria

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Diplomacia ainda pode acabar com a guerra na Síria

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A violência continua a marcar esta terça-feira, na Síria, dia em que devia começar a ser executado o plano de Kofi Annan, para um acordo de cessar fogo.

Fontes dos rebeldes, dizem que já hoje, na cidade de Homs, foram mortas 31 pessoas, vítimas dos bombardeamentos do exército.

Uma informação contraditória, com o discurso do ministro dos Negócios Estrangeiros que esta terça-feira esteve em Moscovo, reunido com o seu homólogo russo.

Walid al-Moualen disse que a retirada das tropas já começou:

“Já retirámos algumas unidades militares de diversas províncias sírias. Pensamos também que o cessar-fogo deve ser simultâneo e coincidir com a chegada dos monitores internacionais à Síria”.

O chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, um dos grandes aliados da Síria, deixou uma crítica, o que significa que alguma coisa pode mudar. A Síria podia ter feito mais, a favor do plano de paz, disse Lavrov:

“Digo-o sinceramente. Nós expressámos a nossa avaliação da situação aos nossos colegas sírios. Pensamos que as suas ações poderiam ter sido mais ativas, na execução do plano Annan”.

Mas ainda há esperança. Os rebeldes deram uma moratória de 48 horas ao Governo de Bashar al-Assad, para retirar as tropas das principais cidades, tal como estabelece o plano.

Durante este período, devem também cessar os bombardeamentos.