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Crescimento económico chinês dececiona

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Crescimento económico chinês dececiona

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Há três anos que a China não crescia a um ritmo tão lento. Os dados ficam aquém das expectativas dos economistas, que temem que a desaceleração se mantenha nos próximos meses.

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) é mais otimista.

No primeiro trimestre, Pequim registou um crescimento de 8,1%, contra os 8,9% do trimestre precedente e os 9,7% do mesmo período do ano passado. Face ao abrandamento, os analistas estimam que o crescimento deverá rondar este ano os 8,4%, o que seria o pior desde 2002.

Sheng Laiyun, porta-voz do Gabinete chinês de estatística, defende que “a taxa de crescimento da China caiu em parte devido às mudanças na situação económica interna e internacional, que resultou numa desaceleração da procura, mas é, sobretudo, o resultado dos ajustes voluntários do governo chinês”.

Os analistas defendem uma nova política de estímulo económico, apesar da recente subida da produção industrial, das vendas a retalho e do investimento. Já a inflação subiu para 3,6% em março.

Pequim reduziu recentemente para 7,5% a meta de crescimento anual, abaixo do limiar dos 8% considerado essencial para absorver a mão-de-obra e evitar problemas sociais.