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Os talibãs lançaram este domingo uma série de ataques coordenados em Cabul e noutras cidades do Afeganistão, anunciando o início de uma “ofensiva da Primavera”.

O assalto visou, na capital afegã, o Parlamento, a sede das forças da NATO e várias embaixadas ocidentais, evidenciando fortes lacunas de segurança a dois anos do fim previsto da presença internacional no país.

O chefe da diplomacia alemã disse que não vão “ceder à violência dos terroristas. A política de transferência de poder vai continuar, apesar dos contratempos, porque a retirada acordada deve ser implementada”.

No comunicado onde reivindicaram os ataques contra Cabul e três outras províncias, os talibãs sublinharam a facilidade em aproximar-se dos alvos pretendidos. À semelhança dos ataques coordenados de Setembro, os insurgentes usaram um edifício em construção para atacar a zona diplomática da capital.

Um porta-voz da NATO sublinhou as parecenças com os ataques de Setembro, frisando que os talibãs “assumiram o controlo de vários edifícios, nomeadamente um hotel do centro da cidade, a partir dos quais dispararam indiscriminadamente ‘rockets’ contra vários alvos, não tanto com o objetivo de obter um sucesso militar, mas sobretudo de chamar a atenção”.

Em Jalalabad, no Leste do país, o alvo foi uma base militar estrangeira.

Os Estados Unidos e a União Europeia condenaram fortemente os ataques coordenados, sublinhando que o seu pessoal diplomático está são e salvo.

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