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China alarga margem de flutuação do yuan

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China alarga margem de flutuação do yuan

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A China duplicou a margem de flutuação do yuan. A moeda chinesa poderá flutuar 1% contra os 0,5% previstos até agora.

A medida, anunciada no fim de semana pelo Banco Central da China, foi saudada pelo Fundo Monetário Internacional e pelos Estados Unidos, que acusavam Pequim de manter a moeda desvalorizada para fomentar as exportações. Mas todos esperam que este seja apenas o primeiro passo no processo de flexibilização da divisa.

A analista Joy Yang defende: “Não é suficiente porque na maioria dos mercados emergentes temos uma flutuação das taxas de câmbio superiores a um por cento. Em alguns casos são de 3 ou 5 por cento. Por isso, penso que um por cento é apenas o início. Olhando para o futuro, esperamos mais alargamentos das margens de flutuação”.

Apesar da queda do crescimento no primeiro trimestre, Pequim considera que o yuan está perto do equilíbrio e que o contexto não é favorável a especulações cambiais.

A decisão é vista com um sinal da maturidade do mercado chinês, mas não é sem interesse. Pequim procura tornar Xangai num importante centro financeiro mundial.