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Nacionalização parical da Rpsol na Argentina irrita Bruxelas

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Nacionalização parical da Rpsol na Argentina irrita Bruxelas

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O tom sobe entre a Espanha e a Argentina depois
do anúncio do governo argentino em nacionalizar a petrolífera YPF, surcursal do grupo espanhol, Repsol.

Euronews:
Comissário Europeu do Comércio, John Clancy, como chegamos a este ponto e que pode fazer a União Europeia.

J.C “Quero dizer que em termos de União Europeia estamos sobre este assunto do lado de Espanha, já manifestamos a nossa posição às autoridades argentinas e vamos continuar a fazê-lo.

A razão de estar no mercado europeu, e foi por isso que manifestamos as nossas precupações às autoridades argentinas, é que simplesmente os investidores europeus ou internacionais observam a estabilidade e previsibilidade e quando querem investir constatam que existe uma fragilização, que neste caso diz respeito à Repsol.

Euronews: Fala em apoio, fala em preocupações, mas no contexto actual em Espanha que pode fazer?

Clancy

“Anulamos um encontro que estava previsto entre a Argentina e a Eu esta semana. Este encontro estava marcado há muitas semanas e não tinha nada a ver com a Repsol mas, envia um sinal, uma mensagem às autoridades argentinas sobre as nossas verdadeiras preocupações”.

Euronews: Repsol foi muito clara e disse que vai pedir compesações. Vai seguir este pedido”.

Clancy: “Claro que sim se o governo espanhol e a Repsol seguirem esse caminho, se tomarem as devidas medias legais que eles desejam tomar”.”

Euronews : Estão a empurrar a bola para o campo da Repsol, não pensa que deviram agir de forma mais critica que uma mensagem aos países para que apoiem o bloco inteiro ?”

Clancy : “Bom estamos a tomar decições estamos a levar as nossas preocupaçoes ao mais alto nível diplomático, assim como o próprio presidente Barroso, que enviou uma mensagem forte quando falou com as autoridades argentinas. Fomos claros e espero que as coisas avancem”.

Euronews: “Mas ques tipo de crítica nesta conjuntura tão delicada para Espanha, com o agravamento da dívida”?

Eu penso que a questão de ser um bom ou um mau momento para a Espanha, não se põe. O que os investidores, mercados, europeus e outros vêem é a estabilidade e a fiabilidade dos mercados chave, e a atitude da Argentina envia uma sinal errado. Porque o que não é bom para a economia europeia a não é bom para a economia argentina.