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O grupo petrolífero espanhol, Repsol, avisa que vai pedir uma compensação que poderá ultrapassar os dez mil milhões de dólares se a Argentina avançar com o projeto de exproriação da sua filial YPF.

A decisão anunciada por Buenos Aires está a deixar Espanha à beira de um ataque de nervos. Da esquerda à direita, a imprensa desta manhã faz eco e não poupa críticas ao que chama o “Desafio Argentino”.

O ministro da Indústria, Energia e Turismo, José Manuel Soria, ameaça: “O governo vai ser consistente com esta atitude, com esta hostilidade por parte das autoridades argentinas. Isto vai ter consequências ao nível diplomático, comercial, industrial e energético”.

O governo argentino acusa o grupo espanhol de não ter investido o suficiente na YPF; a direção da Repsol acusa a presidente Cristina Fernandez de estar a tentar esconder a crise económica e social que o país atravessa e denuncia uma campanha calculada para provocar a queda das ações da YPF de forma a possibilitar a expropriação a baixo custo.

A guerra ainda está no início, mas a Repsol já começou a pagar a fatura. Na abertura da Bolsa esta manhã, em Madrid, os títulos do grupo perdiam 5%.

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