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Contestação social sobe de tom no Bahrein

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Contestação social sobe de tom no Bahrein

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Cerca de 7000 pessoas saíram à rua na capital
do Bahrein, na véspera do Grande Prémio de Fórmula 1.

Uma manifestação convocada pela oposição xiita para exigir reformas democráticas e a libertação de Abdulhadi al-Khawaja, o ativista detido em 2001, em greve de fome desde fevereiro.

Uma mulher acusa os pilotos do Grande Prémio de Formula 1 de conluio com o governo e diz que a prova está a ser usada para mascarar a situação política do país.

Também em Londres, dezenas de pessoas protestaram contra a realização da prova, anulada no ano passado devido à contestação social.

Na última semana, e segundo ativistas, terão sido detidas mais de 100 pessoas no Bahrein na tentativa de conter os tumultos.

Na última noite, um manifestante foi morto durante violentos confrontos entre ativistas e a polícia. Mas aqui nem todos se opõem ao regime sunita e à prova deste domingo.

Um homem diz estar contente pelo facto de a prova não ter sido anulada e ansioso pelo início da corrida.

A prova promete ficar marcada por novos protestos que o príncipe herdeiro do Bahrein atribui a extremistas.