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Le Pen e Mélenchon, os "fiéis da balança"

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Le Pen e Mélenchon, os "fiéis da balança"

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De “desmancha-prazeres” para uns, a “fiel da balança” para outros.

Marine Le Pen, a heroína e grande surpresa das presidenciais francesas deixou entender que na segunda volta entrega a escolha do novo chefe de Estado ao livre arbítrio dos eleitores.

O suspense está no ar, mas até 6 de maio tudo pode acontecer.

“A primeira volta não é um fim em si mesmo, mas antes o início de uma grande reunião de patriotas de direita e de esquerda”, anunciou Le Pen.

O porta-voz e vice-presidente da Frente Nacional diz que os resultados obtidos por Marine Le Pen a colocam numa boa posição para as eleições legislativas, mas não comunicou objetivos.

A candidata de extrema-direita ficou na terceira posição, à frente de Jean-Luc Mélenchon, que representa os comunistas e parte da extrema-esquerda.

Mélenchon deu sinais inequívocos de união contra Nicolas Sarkozy, na segunda volta: “Somos nós que detemos a chave dos resultados. Apelo-vos a votar a 6 de maio, sem pedir algo em troca. Votar para bater Sarkozy.”

O quinto candidato mais votado, François Bayrou, conseguiu 9,12% dos votos, muito longe dos 18% de 2007.

Os dados para a segunda volta das presidenciais francesas estão lançados. François Hollande e Nicolas Sarkozy terão agora de encontrar as palavras certas para a campanha de sedução.