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Extrema-direita pode arbitrar final das


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Extrema-direita pode arbitrar final das

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François Hollande partiu, esta terça-feira, para o departamento de L’Aisne, no norte de França, onde mais de um quarto dos habitantes votou Frente Nacional na primeira volta das presidenciais.

O socialista foi o candidato mais votado nesta região. Um feito que quer repetir, desta vez, com ajuda do eleitorado da extrema-direita.

Hollande diz ter compreendido a mensagem da primeira volta. Uma mensagem enviada pelos eleitores e que se traduziu em recusa, revolta e sofrimento.

Um sofrimento a que não é alheio Nicolas Sarkozy. As sondagens antecipam a derrota do candidato da UMP a 6 de maio, e não será por isso de estranhar, a mudança de discurso em relação à Frente Nacional

Sarkozy refere que votar em Marine Le Pen não é um voto contra a Republica, já que acontece dentro da Republica, e tendo em conta que está autorizada a apresentar-se como candidata às eleições.

De olhos postos nos resultados obtidos pelo partido de extrema-direita, que quase duplicaram entre 2007 e 2012, os candidatos à grande final tentam seduzir um eleitorado descrente.

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