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"Líderes europeus não lamentam se a França mudar de presidente"

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"Líderes europeus não lamentam se a França mudar de presidente"

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Toda a Europa está de olhos postos no Palácio do Eliseu, na expetativa da escolha dos eleitores franceses, no próximo dia 6 de maio.

Em Bruxelas, o duelo Hollande-Sarkozy é seguido com particular interesse. Há quem pense que, mesmo que Hollande vença, o eixo franco alemão pode continuar a funcionar:

“Até agora dizemos Merkozy, a União de Merkozy, vai talvez tornar-se a Merkollande e haverá um equilíbrio entre a França e a Alemanha”, desdramatiza Ernst Stetter da Fundação para os Estudos Progressivos Europeus.

Num cenário em que Hollande venha a ser eleito, como predizem as sondagens, Stetter está convencido que para alguns líderes será um alívio.

“Não vão lamentar. Algumas personalidades ao nível europeu e da União Europeia sofreram com esta política autoritária de um presidente francês que se chamava Nicolas Sarkozy”, conclui.