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A amostra dos testes das vacas loucas é curta - dizem consumidores americanos

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A amostra dos testes das vacas loucas é curta - dizem consumidores americanos

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Os Estados Unidos reconheceram, esta quarta-feira, a descoberta de uma vaca com a doença das vacas loucas.

O ministério da Agricultura diz que, com este caso, eleva-se para quatro o número de animais, a quem foi detectada a encefalopatia espongiforme, no Estado da Califórnia.

O proprietário do animal diz que, no entanto, o leite testado está em bom estado de consumo:

“Uma das coisas que nós queremos que o consumidor saiba é que o leite que eles consomem é bom”.

As autoridades dizem que o animal não representa quaquer risco para a cadeia alimentar, ou para a saúde pública.

Os incidentes anteriores não foram provocados por qualquer tipo de carne, como recorda outro agricultor:

“Naturalmente, isso refere-se a mim. Todas as indústrias precisam de monitorar o que fazem. Vejam os grandes sustos, nos últimos anos, com as fábricas agro-alimentares, nos Estados Unidos. Isso não teve nada a ver com qualquer tipo de carne”.

Mas isto já foi suficiente para fazer soar os alarmes.

A Coreia do Sul foi o primeiro país a embargar as importações de carne americana.

México, Japão e Canadá dizem que vão continuar a importar carne bovina norte-americana, com reservas.

Os consumidores americanos contestam a amostra de animais testados:

“Nós não sabemos quantos outros animais podem ter resultados positivos, porque testavam apenas 40 mil vacas, por ano. No entanto, nós abatemos 10 milhões, num total de 30 milhões, em cada ano. Por isso, estamos a testar menos de um por cento”.

Esperam-se resultados rápidos, das medidas anunciadas pelas autoridades da Califórnia. Mas a amostra testada parece não convencer os consumidores.