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ONU e UE na Birmânia para apoiar transição democrática

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ONU e UE na Birmânia para apoiar transição democrática

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Cinco décadas de isolamento é a pesada herança que o governo da Birmânia, ou Myanmar, está a tentar reverter.

Ban Ki-Moon chegou, este domingo, à capital, Rangun, para incentivar a abertura do país ao exterior.

O estímulo da ONU vem de encontro às reformas democráticas em curso, desde que o novo executivo fragmentou o domínio militar. Mas há muito mais por fazer.

No dia anterior, foi Catherine Ashton que veio demonstrar o apoio à transição, depois do levantamento de grande parte das sanções comerciais impostas pela União Europeia.

A responsável diplomática dos 27 declarou que existe uma dinâmica nos dois sentidos, isto é, o governo birmanês quer atrair investimentos e os países europeus sabem que há muitas infraestruturas para concretizar.

A histórica líder da resistência birmanesa, Aung San Suu Kyi, esteve ao lado de Ashton na inauguração do primeiro gabinete europeu em Rangun. Até 2013, a União Europeia pretende canalizar cerca de 150 milhões de euros em apoios.