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A crise e o trabalho mobilizaram os sindicatos no 1° de Maio

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A crise e o trabalho mobilizaram os sindicatos no 1° de Maio

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Mais de cem mil espanhóis desfilaram neste 1° de Maio marcado pela crise e pelas políticas do governo conservador de Mariano Rajoy. O protesto contra a austeridade e contra a reforma do código do trabalho mobilizou os manifestantes que encheram as ruas de mais de 80 localidades.

Na Turquia milhares de pessoas, de vários horizontes políticos, concentraram-se na praça Taksim, em Istambul, onde há 35 anos foram mortos 34 manifestantes. Hoje a concentração foi pacífica embora o acesso ao local só fosse possível depois de um controlo de segurança.

Em Cuba, o regime comunista organizou o tradicional desfile do 1° de Maio, ao qual assistiu o presidente Raul Castro rodeado de dois milhares de convidados de mais de uma centena de países. O número de participantes foi estimado em centenas de milhar.

Bastante menos numerosos foram os trabalhadores sul-coreanos que desfilaram nas ruas de Seul: cerca de dez mil. Os sindicalistas reclamam a revisão do código de trabalho e o fim dos contratos precários.