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Madrid e Bruxelas criticam nacionalização da TDE pela Bolívia

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Madrid e Bruxelas criticam nacionalização da TDE pela Bolívia

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A Espanha e a Comissão Europeia criticam a decisão da Bolívia de nacionalizar a Transportadora de Eletricidade (TDE), controlada a quase cem por cento pela espanhola Rede Elétrica.

Madrid e Bruxelas esperam que o governo boliviano pague a justa indemnização. Já a Rede Elétrica está confiante na obtenção de um acordo amigável.

A nacionalização da TDE, rodeada de fortes medidas de segurança, foi anunciada no dia do Trabalhador por Evo Morales. O presidente justificou a decisão com a falta de investimento da empresa espanhola e disse: “é uma obrigação do presidente e do governo organizar operações para recuperar o que é do país”.

Em 15 dias, esta é a segunda expropriação de filiais de empresas espanholas na América Latina.

Há duas semanas, a Repsol perdeu a argentina YPF, mas a petrolífera avançou mesmo assim com o investimento de cem milhões de euros numa refinaria de gás na Bolívia, depois de ter recebido garantias do governo boliviano.