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Cidades rebeldes boicotam eleições sírias

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Cidades rebeldes boicotam eleições sírias

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Catorze milhões de sírios são chamados às urnas, para elegerem, entre os mais de sete mil candidatos, os 250 deputados da nova assembleia, que deverá adotar as reformas prometidas por Bashar Al-Asad.

“Farsa sinistra”, considera o ainda ministro dos Negócios Estrangeiros francês. “Mascarada”, clamam os opositores ao regime de Bashar Al-Asad, que, segundo o Observatório Sírio dos Direitos do Homem, sediado em Londres, boicotaram o voto em Adlib e Hama.

A população saiu às ruas, nestas duas cidades rebeldes, para reclamar, uma vez mais a queda do regime. Em Hama, a mesma fonte dá conta de uma greve geral, que encerrou lojas e mercados. A população protesta contra esta eleição e empunha cartazes onde se lê: “Não queremos marionetas no parlamento”.

Ainda segundo o observatório, sete pessoas terão sido mortas, esta segunda-feira, às mãos do regime de Bashar Al-Asad. Isto, apesar do cessar-fogo de 12 de abril e da presença de observadores da ONU no território.