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Legislativas sírias: o voto e as urnas

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Legislativas sírias: o voto e as urnas

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Uma “farsa sinistra” ou uma ação que “roça o ridículo”, foi assim que países como a França ou os Estados Unidos qualificaram as legislativas desta segunda-feira na Síria.

O “primeiro sufrágio multipartidário no país em 50 anos”, segundo o regime, que não forneceu os números da participação, foi boicotado pela oposição e nas cidades controladas pelos rebeldes.

A votação decorreu um dia antes do Conselho de Segurança da ONU voltar a analisar a situação no território, onde se encontram apenas 60 dos 300 observadores internacionais responsáveis pela supervisão do plano Annan.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, recordou que, “nove mil pessoas terão morrido nos últimos 14 meses no país, é uma situação inaceitável e intolerável”.

Um número que aumenta a cada dia, à medida que o exército continua a violar o cessar-fogo declarado em Abril, ao abrigo do plano de paz.

Segundo o observatório dos direitos humanos sírio, mais de uma dezena de civis terão morrido ontem em várias cidades, sob os disparos do exército que contabilizou, por seu lado, nove baixas.