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Quadro de Rothko é o mais caro do pós-guerra

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Quadro de Rothko é o mais caro do pós-guerra

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“Orange, Red, Yellow”. Três cores de Mark Rothko que um colecionador afortunado levou para casa pela módica quantia de 88 milhões de dólares, comissão incluída.

O quadro do pintor americano, originário da Letónia tornou-se a mais valiosa obra de arte do pós-guerra destronando assim o “Tríptico, 1976”, de Francis Bacon.

O “number 28, 1951”, de Jackson Pollock foi outra das vedetas do leilão, organizado pela Christie’s, e vendido por 23 milhões de euros. Uma obra rara, garante Koji Inoue, chefe de vendas da Christie’s New York: “É algo inédito… Esta tela, com este ‘dripping’ perfeito… Há 20 anos que se via algo assim no mercado! Quando obras de qualidade verdadeiramente rara surgem no mercado, os colecionadores respondem!”

“FC1”, a última obra do pintor francês Yves Klein, cujos 50 anos da morte se comemoram em junho, foi adjudicada por mais de 36 milhões de dólares.

A leiloeira Christie’s realizou mais de 388 milhões de dólares com a venda de 56 das 59 obras do pós-guerra em leilão, o que prova de o mercado da arte não está em crise.